
Os funcionários da McQueen que estavam a ser demitidos chegaram a acordo com a Kering “A crise não pode ser transmitida ao povo”, protestam os sindicatos
Há dois dias, McQueen nomeou um novo CEO: Gianfranco D'Attis, antigo CEO da marca Prada. Luca de Meo saudou o novo diretor executivo ao dizer que “traz uma poderosa combinação de visão estratégica, disciplina operacional, e profunda expertise de luxo. A sua capacidade de refinar a identidade da marca enquanto conduz a execução disciplinada será fundamental à medida que refocamos Alexander McQueen e desbloqueamos todo o seu potencial.” Na sequência do anúncio da nomeação de D'Attis, do acordo alcançado com os sindicatos, e das últimas declarações de Meo, o futuro do diretor criativo da McQueen, Seán McGirr, dentro da empresa permanece incerto.
O encerramento das lojas e a aposta na alfaiataria
Em abril passado, os resultados financeiros da Kering mostraram uma situação bastante crítica: enquanto a Gucci caminha para uma recuperação lenta, as outras marcas do conglomerado francês continuam a lutar, especialmente a McQueen.
O plano do CEO Luca de Meo para a Kering (denominado ReConkering) é precisamente focar tudo na Gucci para o relançamento da empresa, na joalharia com o lançamento de uma divisão dedicada, e na “poda” das marcas menos estáveis. Para McQueen, o CEO apresentou uma estratégia que vai voltar a focar na moda feminina em vez dos seus produtos mais comerciais, de forma a elevar a sua perceção. Isto significa também encerrar várias lojas da marca: mais de metade a nível mundial até 2026, segundo o ReConkering apresentado pela de Meo em abril.













































