
Quem será o novo James Bond? Apostadores apostam em Lucien Laviscount e Taylor-Johnson
Passados quase vinte anos, chegará um novo James Bond, ou melhor: um novo ator protagonista que vai retratar o agente secreto com uma “licença para matar” em filmes futuros. Daniel Craig, aliás, concluiu o seu percurso com No Time To Die, lançado em 2021, após 5 filmes de sucesso. Desde então, revistas especializadas e especialistas da indústria propuseram várias hipóteses sobre quem será o novo ator — sim, porque voltará a ser um homem (mesmo que inicialmente tenha sido pensado, e um pouco esperado, caso contrário). A escolha da pessoa que vai jogar 007 gera sempre grande interesse entre os entusiastas. A empresa que controla os direitos da personagem de James Bond exige também que o ator selecionado seja britânico (embora potencialmente pertença a qualquer etnia), de modo a ser o mais fiel possível à personagem criada pelo escritor britânico Ian Fleming. Nos últimos meses, surgiram vários nomes, incluindo ultimamente os de Lucien Laviscount e Taylor-Johnson. No entanto, todos foram negados no momento, e parece que o processo de casting ainda nem começou. Normalmente há muito sigilo em torno do processo de seleção. É muito provável que o novo Bond continue a incorporar o estereótipo da personagem a que estamos habituados — entre outras coisas, conduzir o Aston Martin e beber Vodka Martinis. No entanto, as facetas menos icónicas da personagem poderiam potencialmente mudar e expandir-se. O novo Bond, aliás, terá ainda de tentar diferenciar-se dos seis que o precederam. Para a série de filmes, esta é uma oportunidade de realinhar com o seu público-alvo. Apesar de permanecerem geralmente semelhantes entre si, os filmes de James Bond tendem — de vez em quando — a introduzir alguns elementos novos; e isso ocorre precisamente através das especificidades dos atores individuais que desempenham o papel.
O que significa ser James Bond no século XXI
Muito provavelmente, o novo filme de James Bond vai confrontar temas quentes contemporâneos, especialmente aqueles que não estavam representados no cinema até recentemente. Entre estes poderiam estar a inteligência artificial, as campanhas de propaganda, ou a crise climática, entre outras coisas. O ator escolhido para retratar o agente secreto também não tem necessariamente de ser jovem — neste caso, a tendência é favorecer os perfis sénior com experiência. E depois, quem será o inimigo de Bond? Também aqui, o tipo de organização contra a qual o 007 terá de lutar terá quase certamente alguma referência ao presente. Não há notícias definitivas, mas revistas especializadas defendem que o antagonista do próximo filme não será caracterizado, como no passado, por alguma deformidade física. Tal escolha é hoje considerada não original e fora de contacto com as sensibilidades atuais, uma vez que tende a associar um problema estético a uma natureza “má”. O objetivo, em suma, é uma vez mais modernizar a saga.
O James Bond que Daniel Craig era
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